Cirurgias em idosos: um novo desafio para os médicos

Estudos normalmente analisam pessoas até 65 ou 70 anos, por isso não há um protocolo para os pacientes acima dessa faixa etária

Na terça passada, publiquei uma coluna sobre câncer do estômago e o entrevistado, o cirurgião oncológico Raphael Araújo, falava sobre o desafio que as cirurgias em pacientes cada vez mais idosos representava para os médicos. Como os estudos realizados normalmente analisam pessoas até 65, no máximo 70 anos, não há um protocolo 100% confiável para os profissionais que se deparam com a decisão de levar indivíduos acima dessa faixa etária para o centro cirúrgico.

Mês passado, o jornal “The New York Times” tratou do mesmo tema: nos EUA, os acima dos 65 anos equivalem a 16% da população, mas correspondem a 40% dos que se submetem a cirurgias. Esse é o tipo de quadro que só tende a se ampliar e demanda uma discussão mais profunda. É que propõe um dos entrevistados. O cirurgião Clifford Ko, da Universidade da Califórnia, contou que recentemente operou um homem de 86 anos com câncer colorretal. Lembra que, há dez anos, a simples perspectiva de levar um paciente dessa idade para a sala de operações já envolvia questões como: “será que ele sobrevive à cirurgia?”.

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