Pesquisadores defendem abordagem personalizada para o envelhecimento

Assim como os palestrantes do último NEAD Connection (Cuidados em Atenção Domiciliar) abordaram, estudiosos da Universidade do Arizona sugerem levar em conta todas as variáveis que impactaram a trajetória do paciente.

Um time de pesquisadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, defende que é inviável pensar num modelo padronizado (o chamado “one-size-fits-all”) quando se trata do processo de envelhecimento do cérebro. De acordo com a professora Lee Ryan, chefe do departamento de psicologia da instituição, já está mais do que na hora de a abordagem dos idosos com declínio cognitivo levar em conta todas as variáveis que impactaram a trajetória do indivíduo e também a sua capacidade de absorver e lidar com os problemas.

“As pessoas estão vivendo mais, mas nem sempre a saúde do cérebro acompanha a longevidade. Há fatores de risco individuais que contribuem para o declínio cognitivo, como o estresse crônico ou a doença coronariana. No entanto, esses fatores afetam as pessoas de forma diversa, dependendo de outras variáveis, como genética e estilo de vida. O envelhecimento é incrivelmente complexo e cada pesquisa tende a focar num só aspecto, quando é preciso analisar todo o conjunto para traçar um cenário. Há muitas formas de envelhecer”, explica.

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