Sem regulamentação, telemedicina tem forte demanda do mercado

Apesar de a regulamentação da telemedicina ter sido barrada em fevereiro, há uma demanda de empresas, hospitais e operadoras de planos de saúde que estão contratando serviços de atendimento médico a distância.

A Conexa Saúde, uma clínica de telemedicina fundada há dois anos no Rio para atender pessoa física, fechou contrato com vários grupos como Cacau Show, Fox Sport, Liberty Seguros, Dasa, SegMedic, Itaú e Qualirede que oferecem telemedicina para seus funcionários. A Conexa Saúde também está trabalhando com os hospitais Santa Joana, HCor e Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, que podem acessar a plataforma formada por cerca de 1,5 mil profissionais de cerca de 20 especialidades médicas.

“As empresas estão buscando a telemedicina porque ela ajuda a reduzir os custos do plano de saúde ao evitar uma ida desnecessária ao pronto-socorro”, disse Guilherme Weigert, presidente da Conexa Saúde, que prevê encerrar o próximo ano com uma receita de R$ 15 milhões.

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