Que modelo de assistência de saúde nós queremos?

Em setembro de 1978, a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Almaty, no Cazaquistão, expressava a “necessidade de ação urgente de todos os governos, de todos os que trabalham nos campos da saúde e do desenvolvimento e da comunidade internacional para promover a saúde de todos os povos do mundo”.

Mas o que vimos de lá para cá ainda não traduz nem de perto o desejo da saúde como direito social pautado pela equidade, universalidade e integralidade. Boa parte dessa frustração é causada pela medicina fragmentada, pouco padronizada, com grande variabilidade e concentrada em mecânicas remuneratórias sem foco na qualidade —com pagamentos vinculados a informações de produção e não de desfechos.

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